NOTÍCIA
O contato com outras culturas contribui para uma melhor compreensão das diferenças que fazem parte da vida em sociedade e para a construção de referências mais amplas sobre o mundo
Quando se fala em formação internacional, é comum pensarmos em intercâmbio, viagens ao exterior ou no aprendizado de um segundo idioma. E está correto, tudo isso faz parte da jornada de internacionalização. Mas ela começa antes: na escola, quando o estudante começa a ampliar seu repertório e aprende a se comunicar para além do seu contexto habitual.
No Ensino Fundamental, esse processo ganha um espaço especialmente importante. É nessa etapa que os estudantes desenvolvem autonomia, aprofundam conhecimentos e descobrem que existem ideias, realidades e formas de se relacionar com pessoas diferentes das suas. O contato com outras culturas contribui para uma melhor compreensão das diferenças que fazem parte da vida em sociedade e para a construção de referências mais amplas sobre o mundo.
Nesse contexto, o inglês assume um papel que vai além da matéria. Aprender um idioma envolve compreender e produzir mensagens, interagir com outras pessoas e utilizar a língua em situações concretas. Envolve, ainda, enfrentar inseguranças, se colocar em posição de vulnerabilidade, entender que erros podem acontecer e que está tudo bem. Quando o estudante precisa ouvir, responder, explicar, perguntar ou colaborar em outro idioma, aquilo que foi aprendido deixa de estar restrito ao conteúdo estudado e passa a fazer parte da comunicação.

Aprender um idioma envolve compreender e produzir mensagens, interagir com outras pessoas e utilizar a língua em situações concretas (Foto: divulgação/NR)
É essa relação entre conhecimento e vivência que orienta o English & Action, do NR. O programa acontece 100% em inglês, criando uma imersão completa sem sair do Brasil. Com monitores bilíngues e uma programação que reúne jogos, atividades esportivas, dinâmicas, momentos de interação cultural e até refeições típicas de países de língua inglesa, o idioma está presente durante toda a experiência.
Assim, os participantes colocam em prática tudo o que já aprenderam: utilizam o inglês para brincar, jogar, participar das atividades, fazer refeições, pedir ajuda, negociar situações e interagir com outras pessoas. Precisam compreender o que é dito, encontrar formas de se expressar e lidar com situações que fazem parte do cotidiano, desenvolvendo, na prática, habilidades fundamentais para seu crescimento, como tomada de decisões, comunicação, colaboração, confiança e autonomia.
O inglês deixa de ser apenas uma disciplina e se torna uma ferramenta de uso real, que permite estabelecer relações, acessar novos conhecimentos e entrar em contato com referências culturais, formas de interação e realidades diferentes das que fazem parte de sua rotina. O estudante percebe que aprender uma língua vai além de provas, exercícios e aulas: é também uma forma de se comunicar, conviver e ampliar sua visão de mundo.
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Por isso, uma formação internacional não se resume apenas a acumular viagens e intercâmbios. Ela é construída ao longo de toda a trajetória escolar, por meio de atividades que fortalecem a comunicação, ampliam repertórios e aproximam os estudantes de outras culturas.
Para a escola, começar esse processo ainda no Ensino Fundamental significa criar uma base para experiências cada vez mais complexas no futuro. Para o estudante, significa levar o inglês para situações que exigem iniciativa, como participar de uma atividade, pedir ajuda, resolver um problema ou iniciar uma conversa com alguém que não faz parte do seu círculo habitual. São situações simples, mas que transformam um conhecimento estudado em uma habilidade que pode ser usada na vida real.
É assim que a imersão ganha importância. Ela inicia a jornada de internacionalização e dá ao estudante uma referência concreta do que significa aprender e se comunicar em outro idioma.
E é justamente esse o primeiro passo de uma formação internacional: transformar aquilo que se aprende em algo que se vive.