As novas relações educacionais: afeto, autoaprendizagem e autonomia

Por Silvia Fiorese e Ana Teresa Moreira*: O processo ensino e aprendizagem tem sido foco de muita reflexão no Cel.Lep frente à transformação que as novas tecnologias têm nos proporcionado. Nessa perspectiva, as relações educacionais que envolvem o educando, o docente, os recursos didáticos e os ambientes passam por mudanças constantes à medida que reimaginamos o papel da escola.

Quais são as nossas principais responsabilidades nesse âmbito? Sem hesitar, buscar o sentido da organização institucional da escola como espaço para o exercício da democracia. Em outras palavras, formar as novas gerações para o futuro.

Para tal, se faz crucial um projeto educativo no qual todos sejam agentes do seu próprio desenvolvimento e pertencentes a uma comunidade de aprendizes. Em especial para os alunos Cel.Lep, uma proposta pedagógica que contemple o desenvolvimento da competência comunicativa na língua inglesa, com ênfase na interculturalidade, que nos ensina a melhor compreender as diferenças entre povos e a valorizar as relações por meio de uma conduta ética, apropriada, respeitosa e dialógica.

Foto: Envato Elements

E é nesse contexto que as relações educacionais evoluem dia após dia, a cada experiência de convívio e vivências por meio de outras linguagens e uso da língua inglesa. Com o objetivo de melhor equipar e apoiar docentes e educandos nesse processo, a composição dos recursos didáticos no Cel.Lep é criteriosa e carinhosamente desenvolvida e pautada nos quatro pilares da Unesco: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser.

Um enfoque especial também tem sido dado ao aprender a aprender nas seguintes subcategorias: (a) aprendizado contínuo e (b) aprendizagem a qualquer hora e em qualquer ambiente. Como nos ensina Vitor Fonseca:

“…aprender a aprender envolve focar a atenção para captar informações, formular, estabelecer e planificar estratégias para lidar com a tarefa, monitorizar a performance cognitiva, examinar as informações disponíveis e aplicar procedimentos para resolver problemas e sua adequabilidade.”

Na mesma medida em que o educando vai aprendendo a aprender, se acentua o papel do professor mediador e a metacognição ganha cada vez mais espaço. Em outras palavras, paradigmas sobre o saber ou não saber são desconstruídos e em seu lugar entram outras frentes como, por exemplo, a autorregulação da aprendizagem a partir da própria consciência do ritmo e necessidade de construção do saber de cada indivíduo que é único na sua mais profunda essência. Para A.P.C. Figueira:

“A metacognição é composta por dois componentes, um de sensibilidade e outro de crenças. A sensibilidade diz respeito à necessidade de se utilizar estratégias em tarefas específicas, em que o sujeito precisa saber o que fazer com ela em função de seus objetivos. A crença é o conhecimento que a pessoa tem do seu potencial enquanto ser cognitivo, atuando como agente de seu conhecimento e os resultados que consegue alcançar com este”.

Isto posto, e em linha com esses conceitos psicopedagógicos, a plataforma de aprendizagem Cel.Lab tem papel crucial nessa jornada educativa desenvolvida especialmente para o ensino fundamental anos iniciais e finais. Alunos, professores, coordenadores e gestores educacionais têm acesso ao Cel.Lab 24 horas por dia, nos sete dias da semana. Em uma plataforma com layout moderno, visualmente atraente, acessível e amigável, todos navegam em trilhas de aprendizagem para cada unidade do curso, com uma variedade de atividades e conteúdos que farão os alunos revisitarem e ampliarem o que trabalharam em sala de aula.

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Saiba mais sobre o Cel.Lab em um vídeo de apenas quatro minutos: clique aqui.

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Os alunos podem praticar, quando e quantas vezes quiserem e precisarem, a compreensão auditiva e de leitura, por meio de textos, áudios e vídeos, autênticos ou preparados para seus níveis linguísticos, sempre aproveitando para expô-los a aspectos culturais de diversos países, encorajando a curiosidade e a interculturalidade, características importantes de um cidadão global. Os alunos também têm muitas oportunidades de desenvolver a pronúncia e a comunicação em atividades em que podem gravar e ouvir a própria voz. Aprender a aprender e entender como se aprende se torna uma aventura incrível. Viva a autonomia!

No Cel.Lab o ambiente é virtual, mas a experiência é real!

Aos que se interessarem em conhecer mais sobre as nossas soluções educacionais, aguardamos o seu contato: edsolutions@cellep.com.br.

*Silvia Fiorese é diretora acadêmica Cel.Lep e Ana Teresa Moreira gerente acadêmica educational solutions Cel.Lep

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