Quais os benefícios neurobiológicos da meditação

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1. Córtex (camadas mais superficiais do cérebro): aumento da espessura cortical, indicando que houve um acréscimo de prolongamentos das células nervosas e nas conexões sinápticas em algumas dessas regiões.
2. Cíngulo anterior: relacionado à habilidade de manter o foco de atenção no momento atual.
3. Córtex pré-frontal: área envolvida no direcionamento do foco. A meditação permite também maior controle dessa região sobre a amígdala.
4. Amígdala: responsável por detectar situa­ções com significado emocional e desenca­dear as respostas periféricas a elas. A meditação provoca alterações estruturais e funcionais na amígdala, diminuindo sua atividade.
5. Ínsula: recebe as informações corporais sobre sensações que são agradáveis ou desagradáveis. Ela tem sua espessura aumentada pela atividade de mindfulness e torna-se mais ativa naqueles que meditam. Isso permite que possamos perceber melhor as nossas emoções.
 
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6. Glândulas adrenais: os níveis do cortisol (hormônio liberado em situações de estresse) na circulação sanguínea são diminuídos.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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