Nunca se viu um fluxo imigratório de crianças tão grande desde a Segunda Guerra

 

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De acordo com a organização internacional Save the Children, desde a Segunda Guerra Mundial não havia um fluxo tão intenso de crianças imigrantes. Elas estão deixando seus países de origem juntamente com seus pais para escapar de guerras civis, pobreza e violações dos direitos humanos.
Como inserir essas famílias nas sociedades é o tema mais debatido hoje na Europa. Fazer isso implica preparar os sistemas educacionais para acolher essas crianças. Será um desafio e tanto, calcula a Unesco. Isso porque nações como França, Alemanha e Suécia já enfrentam problemas para equiparar o desempenho dos estudantes estrangeiros aos da população nativa.
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Com a chegada dos novos imigrantes, as autoridades governamentais terão de adaptar fisicamente as escolas para receber um número maior de crianças e jovens e trabalhar em três frentes, como definiu a Unesco:
1. Estabelecer programas especiais de aprendizagem para os alunos refugiados acompanharem o ritmo das aulas e aprenderem rapidamente o idioma local;
2. Preparar os professores para lidar com a diversidade e os possíveis choques culturais que podem emergir em sala de aula;
3. Envolver pais de alunos e a comunidade para criar um ambiente escolar favorável tanto para as crianças e jovens quanto para os educadores destacados para atuar nessas unidades.